Febre eleva a temperatura com grandes shows

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O Febre – Festival & Conferência de Música não tem esse nome por acaso. Acontece uma vez por ano em Sorocaba/SP, durante um único final de semana, trazendo muito calor para a cena cultural da cidade com inúmeros shows, conferência, workshops, feiras, entre outras atividades.

Para se ter uma ideia, na 3ª edição de 06 a 08 de outubro, foram 44 shows espalhados por 10 palcos por toda a cidade, com grandes nomes do cenário independente brasileiro e novidades ainda não tão conhecidas representando as mais variadas vertentes musicais. Deste total, 23 bandas vieram de um processo de seleção que contou com 345 inscritos, de 17 estados do país.

Karina Buhr e seu show hipnotizante e performático (Fotos por André Pinto)

O festival foi idealizado em 2015, por Pêu Ribeiro e hoje conta com uma equipe de produtores e profissionais da cidade, que faz tudo isso acontecer em correalização com o Sesc Sorocaba, e que, neste ano, teve patrocínio do Showlivre.com, Pátio Cianê Shopping, Agenda Sorocaba e Girls Rock Camp Brasil.

A conferência, os workshops e as feiras aconteceram no Sesc Sorocaba enquanto os shows se espalham por 9 casas de shows da cidade e um palco público.

Tiê, Amorina e Olívia Munhoz debatem sobre o desafio e a participação das mulheres no mercado musical

Os painéis da conferência, com nomes fortes que atuam na área foram: Fascismo, violência, resistência e revide; A próxima grande coisa; Força, substantivo feminino; A mitológica produção musical; Público, combustível de artista; Arte-educação é a salvação.

Contou com um espaço chamado “Caixinha de Música” onde músicos se inscrevem e, no mesmo dia, tem uma música gravada e filmada com mixagem e edição. Depois, o material é disponibilizado na internet.

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Várias atividades aconteceram nos três dias de festival

Os workshops tiveram as temáticas: Em busca da batida perfeita; Residência artística; Como fazer shows pela América Latina.

As Feiras reuniram exposições de fotografias, ilustração, fanzines, luthieria, estúdios de gravação. Também contou com um Minicurso gratuito de Sonorização para Pequenos Ambientes.

O papel do produtor foi tema do debate entre Miranda, Gustavo Ruiz e Gui Jesus

Foram três dias intensos com uma programação variada e instigante, que fez ferver toda a cadeia envolvida na cena cultural da cidade.

No primeiro dia, no Palco Mofo, tocaram Mel Azul, Cigana, Cora. No Palco Asteroid as bandas Supercolisor, De um filho, de um cego, Craca e Dani Negra. No Palco Depois as bandas Gui Silveiras, Ekena, Leão Caçapa. No Palco Pub as bandas O grande grupo viajante, Linn da Quebrada, Choi & Schoneborn.

O Terno apresentando os seus hits no segundo dia

 No segundo dia, no Palco Público, tocaram Mc Eggs (X4), DJ Sarda, Sugeira Urbana, Mr. Giba, Projeto Sarjeta, Alice Guél. No Palco Solana as bandas Inner, Mocho Diablo, Shark e os Tubarões. No Palco Asteroid as bandas Pitaia, André Whoong, Tiê. No Palco Sound as bandas Deaf Kids, Motra, Leptospirose. No Palco Suburban as bandas Astro Venga, André Prando, O Terno.

O belo encontro musical entre Tulipa Ruiz e Paula Cavalciuk

No terceiro dia, no Palco Maloca, tocaram João Leopoldo, Rieg, Patife Band. No Palco Girls Rock Camp (Dois Ponto Oito) as bandas Ema Stoned, Azul Celeste, Karina Buhr. No Palco Público tocaram Paula Cavalciuk, Tulipa Ruiz. No Palco Asteroid tocaram as bandas Mdnght Mdnght, Oto Gris, Mombojó.

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O Rock tomou conta do Palco Sound com as bandas Deaf Kids e Motra

Agora, é aproveitar esse “calor” e aguardar o que 2018 vai trazer de novidade!

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