Supercolisor embarca numa viagem espacial em ‘Planetário’

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Um dos destaques da cena independente de Manaus, a Supercolisor, antiga Malbec, divulgou nesta terça-feira o clipe de “Planetário“. A canção é o primeiro single do novo disco, Zen Total do Ocidente, que será lançado na próxima semana, dia 20 de maio.

Feito em animação, o vídeo brinca de forma lúdica com a viagem pelo espaço e os desafios psicológicos enfrentados pelo astronauta. A produção tem a assinatura dos curitibanos do estúdio BONK e tem a direção de Edgar L. Costa.

O Som do Som conversou com o Vocalista e pianista da banda, Ian Fonseca, sobre o videoclipe e o novo trabalho, produzido pelo músico.

Como foi a escolha do primeiro single?

O single foi escolhido bem cedo, durante a feitura do disco. Sentíamos que a música representava bem o momento de transição que estamos vivendo, tanto no sentido de termos mudado de nome quanto no sentido da nova fase musical que estamos passando.

Qual foi o conceito do clipe?

Tendo a música, sugeri algumas idéias gerais para o clipe e entramos em contato com amigos que conhecemos durante a turnê nacional do primeiro disco. Eles são de Curitiba e toparam imediatamente, fazendo do clipe um projeto pessoal, mesmo. Vestiram a camisa e  o resultado dessa dedicação toda deve ser perceptível no produto final.

Desses esboços de ideia eles partiram pra essa complexidade toda que está no clipe. A música é nossa, mas todo o conceito visual dessa peça se deve muito a eles. Acho que o clipe representa bem a ideia da música. Uma espécie de viagem psicológica de um astronauta, com todas essas alegações proféticas sobre a humanidade no refrão da música.

Você mencionou que a banda passa por uma nova fase musical. Seria uma nova sonoridade? Poderia falar melhor sobre?

Sobre a fase musical, quando o disco sair acho que o público vai perceber uma mudança nítida na sonoridade. Não é uma questão de amadurecimento nem de mudança radical, mas sim de um novo enfoque.

Enquanto o Paranormal Songs tratava mais da estética geral do som, esse talvez trate mais da canção, nua e crua. A ideia foi fazer um disco mais simples e mais sofisticado, voltado pras letras (dessa vez ele é todo em português, inclusive. Os arranjos continuam trabalhos, mas mais centrados no fundamental, naquilo que é realmente essencial pra apoiar o entendimento da canção. “Limpamos” o som da banda, assim por dizer.

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